Fortaleza -

TEMAS DAS CÉLULAS – MÊS DE DEZEMBRO 2016

TEMA: JOÃO, O FILHO DO TROVÃO

TEXTO:  (Marcos 3.17; Lucas 9.51-56; 1 João 4.7,8).

INTRODUÇÃO: muitos conhecem João como o apóstolo do amor, o discípulo amado, o mais próximo de Cristo. O que poucos percebem é que esse caráter amoroso foi construído, consolidado por meio de suas experiências com Cristo. João era conhecido como filho do trovão não por acaso, mas, certamente, porque esse apelido tinha algo a ver com seu temperamento. E o que fica bem explícito no segundo texto, que abre esse estudo, é o fato de alguém querer pagar o mal com o mal, ou seja, o desejo de matar pessoas. Já o terceiro texto nada faz lembrar as palavras de João do segundo texto, não é verdade? Aqui, seu discurso está cheio de graça e misericórdia. Ele associa o ato de amar com algo associado ao conhecimento de Deus e ao próprio Deus. Será que ele estava sendo hipócrita? Teve uma atitude de ódio e depois pregou o amor? Não. Os textos representam João em fases bem distintas: o do Evangelho de Lucas aponta para o João jovem, que ainda estava aprendendo com Cristo os valores do Reino de Deus. Já o segundo texto (da carta de João), retrata um João homem, um apóstolo experiente que tinha passado por muita coisa na vida e aprendido com Jesus a importância do amor.

Entre o João de temperamento explosivo e desejos assassinos e o João que pregava a prática do amor como único meio de se conhecer a Deus, aconteceu algo que o mudou: JESUS.

OBJETIVO: compreender que, independentemente do nosso temperamento, podemos ser usados por Deus com graça e sabedoria.

DISCUSSÃO:

1. Qual é o seu tipo de temperamento?

2. Como você tem permitido que Jesus, pelo Espírito Santo, transforme seu temperamento?

3. Conte um testemunho de quando você agiu com o temperamento controlado pelo Espírito Santo.

CONTEXTO: chamamos de temperamento tudo o que está relacionado à nossa formação de caráter e índole, o que é o tempero da nossa personalidade. Imagine uma comida sem sal. Ela ficará sem gosto. Porém, se estiver com muito sal, ela ficará intragável. Quando aprendemos a estabelecer a dosagem de nosso gênio, o equilíbrio de nossas emoções nos torna pessoas melhores de conviver e lidar. O processo de consolidação de alguém em Cristo é muito útil para ajudar a alcançar esse propósito. O Espírito Santo pode controlar nosso temperamento, tirando o melhor que há dentro dele.

Existem quatro grandes grupos de temperamentos:

Sanguíneo: pessoa muito levada pela emoção; misericordiosa.

Melancólico: o introvertido; perfeccionista; se apega a detalhes.

Fleumático: o diplomata; amigo de todos; bem conversado.

Colérico: o pragmático; implacável; líder nato.

Certamente, você se enquadra em um deles. O que percebemos em João é que, com o tempo e sob a influência do discipulado de Cristo, ele permitiu que seu temperamento fosse sendo moldado dia após dia. De um sujeito explosivo e com desejos de vingança, ele se tornou um homem sinônimo de amor. Quando ele propõe matar os samaritanos, Jesus lhe ensina uma dura lição:

“Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois.
Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia”
(Lucas 9.55,56).

João, finalmente, entendeu que Jesus não havia vindo só para os Judeus, mas para todos. Todos precisam de Jesus, todos precisam de salvação. Ninguém é melhor do que ninguém e, diante de tão grande novidade, a única opção que nós temos é amar as pessoas, independentemente de nacionalidade, raça, gênero, time de futebol ou partido político. Certamente, essa exortação de Cristo marcou para sempre o caráter de João e contribuiu para o seu amadurecimento e consolidação de temperamento.

Ao final de sua missão, Jesus viu tanto isso em seu discípulo que lhe confiou a própria mãe.

“Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora, o discípulo a recebeu em sua casa” (João 19.26,27).

CONCLUSÃO: Jesus pode e quer fazer o mesmo com cada um de nós. Basta que, em nosso processo de consolidação como filhos dEle, nos deixemos ser controlados por meio do Espírito Santo, como João foi.

APLICAÇÃO: investigue nesta semana qual é o seu temperamento e ore para que o Espírito Santo o ajude a controlá-lo.

AVISOS:

  • TADEL – Todas as terças, as 19:30 hs.
  • Culto de Celebração – Domingo, às 18:30 hs.
  • Cursos de membresia e Diaconia – todas às segundas, às 19:30 hs.
  • Festa das Cores – dia 25 de Dezembro

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TEMA:  PEDRO, O PESCADOR DE HOMENS

TEXTO:  (Lucas 5.1-11)

INTRODUÇÃO: Pedro era filho de Jonas, um pescador que vivia na região da Galileia (João 1.42; 21.15-17; Mateus 16.16). Assim como seu pai, Pedro era pescador, profissão que geralmente exercia na companhia de seu irmão, André, e de outros dois irmãos, Tiago e João (Mateus 4.18). O seu nome verdadeiro e original era Simão, que aparece às vezes como Simeão (Atos 15,14; 2 Pedro 1,1). Nasceu em Betsaida (João 1.42,44), uma cidade ao lado do Lago de Genesaré. No texto bíblico citado, presenciamos um grande fato de milagre nas Escrituras Sagradas. Não somente de milagre, mas de entrega e reconhecimento da autoridade de Jesus Cristo. Jesus usa do barco para ensinar a multidão, mas o propósito não era apenas ensinar. É interessante que a presença de Jesus, em um determinado lugar, nunca é para realizar apenas uma coisa, mas cumprir vários propósitos. Pedro foi impactado por tamanha sabedoria e autoridade de Jesus, fazendo com que ele abrisse mão de tudo e seguisse o Mestre.

OBJETIVO: trazer o entendimento de que Jesus exerce Sua autoridade em todo tempo, e de que nos resta somente confiar, porque Ele sempre tem o melhor para nossas vidas. Saber que, quando estamos perto de Jesus e confiamos Nele, somos surpreendidos com milagres.

DISCUSSÃO:

1 – Você já experimentou um milagre de Jesus na sua vida? Conte para sua célula como foi sua experiência.

2 – Já houve situações em que tentou fazer alguma coisa na força de seu braço e não conseguiu, mas, quando colocou na mão de Jesus, foi surpreendido?

CONTEXTO: interessante pensarmos que Pedro não teve dificuldade de entregar para Jesus sua ferramenta de trabalho. Seu barco representava seu sustento. Seu dia tinha sido péssimo, mas, ainda assim, ele confiou e entregou. Ele não olhou para as circunstâncias, simplesmente creu e entregou seu barco nas mãos de Jesus. Quando Pedro emprestou seu barco a Jesus, ele não sabia quais seriam as consequências de sua atitude de serviço e confiança, apenas se dispôs a servir Jesus. É fácil entregar para Jesus após o milagre. Difícil é entregar antes. Isso é fé! O momento, quando Jesus disse para Pedro lançar as redes, não era favorável para a atividade da pesca, mas o impacto da autoridade de Jesus na vida de Pedro foi suficiente para ele confiar e obedecer. Ele disse “sobre Sua palavra lançarei a rede”. Sua atitude fez com que o milagre acontecesse. Mesmo tendo realizado a melhor pesca de sua vida, não foi suficiente para Pedro continuar em seu ofício. Ele atendeu ao chamado de Jesus, largou tudo e O seguiu. Pedro não se apegou ao milagre, mas ao Senhor do milagre. Pedro aceitou o convite de se tornar um pescador de homens. Jesus tinha um propósito muito grande para realizar na vida de Pedro. Pela Sua soberania, Ele sabia que, após ser forjado, Pedro seria um grande apóstolo. Pedro foi aquele que Jesus decidiu discipular e investir. Interessante que a chamada de Pedro foi em um contexto de uma pesca maravilhosa, em que Jesus mostra Sua autoridade e os frutos que ela pode gerar. Em seu primeiro sermão do livro de Atos, Pedro, usando a autoridade do nome de Jesus, teve a experiência de uma grande e maravilhosa pesca, mas uma pesca de homens.

CONCLUSÃO: quando ouvir a voz de Jesus, apenas confie. Independentemente das circunstâncias, esteja certo que Ele sempre tem o melhor para nossas vidas. O milagre serve para nos aproximar de Deus. Ele não é um fim em si mesmo. O mais importante é nossa confiança, fé e o nosso relacionamento com o Pai. Quanto mais me aproximar de Jesus, mais experimentarei de Seus milagres.

APLICAÇÃO: durante a semana, testemunhe para alguém sobre um milagre de Deus em sua vida. Também, compartilhe-o na célula na próxima semana. Esteja sempre pronto a ser um agente de milagres.

AVISOS:

  • TADEL – Todas as terças, as 19:30 hs.
  • Culto de Celebração – Domingo, às 18:30 hs.
  • Cursos de membresia e Diaconia – todas às segundas, às 19:30 hs.
  • Festa das Cores - dia 25 de Dezembro

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TEMA: VOCÊ PODE, SIM!

QUEBRA GELO: Charada

Peça a todos que imaginem uma sala com quatro portas, sem janela e o teto de laje. Peça que se imaginem no meio da sala e que para sair precisariam passar por uma das portas. Entretanto, na primeira porta um leão faminto está parado se preparando para te comer. Na segunda porta, um grande urso pardo que está olhando para você como a próxima refeição. Na terceira porta uma onça pintada com uma cara de poucos amigos. Na quarta, um lobo alfa e sua matilha lhe esperam ansiosamente para o jantar, como o prato principal, é claro. Pergunte: Você consegue sair desta sala a tempo de não ser devorado por um destes animais? Como? (Deixe por um tempo as pessoas tentando achar a resposta) Resposta: Sim, você pode! A saída é pela terceira porta. Afinal, a onça é “pintada”, não é real.

TEXTO:  ( Filipenses 4:11-13 e Êxodo 3:1,2,6 e 10)

INTRODUÇÃO: Moisés foi um dos maiores líderes que já existiram. Porém, quando Deus apareceu para ele, ele se mostrou um homem comum, como nós. Cheio de medos, insegurança e desculpas que podem nos impedir de conquistar os sonhos que Deus gerou em nosso coração. Vamos estudar as desculpas:

1 – Complexo de inferioridade (Fp 4:11,12): Por que não devemos nos sentir inferiores?

2 – Sentimento de incapacidade (Fp 4:13,14): Vez por outra este sentimento aparece, não é verdade? O que podemos aprender com a resposta de Deus para Moisés no versículo 14?

3 – Incredulidade (Ex 4:1-9): Vemos que quando faltou fé a Moisés, Deus deu a ele sinais. Quem pode compartilhar algum momento de falta de fé em que Deus enviou sinais?

4 – Limitações pessoais (Ex 4:10-12): Todos temos alguma limitação. O que Deus quis dizer com sua resposta nos vs 11 e 12?

5 – Não queria assumir a responsabilidade (Ex 4:13,14): Deus está cansado de ouvir desculpas, afinal, Ele é Deus e, se Ele nos chamou é porque nos capacitou. Como anda o nosso compromisso com as coisas de Deus?

CONCLUSÃO: Deus nos chamou para vivermos grandes conquistas. Para isto, precisamos querer ouvir a Sua voz e Lhe obedecer. Precisamos vencer cada uma destas desculpas e crer que se Deus é por nós, quem será contra nós?

AVISOS:

  • TADEL – Todas as terças, as 19:30 hs.
  • Culto de Celebração – Domingo, às 18:30 hs.
  • Cursos de membresia e Diaconia – todas às segundas, às 19:30 hs.
  • Festa das Cores - dia 25 de Dezembro

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TEMA: O FILHO DA SUNAMITA

TEXTO:  (2 Reis 4.16,17)

INTRODUÇÃO: Após a mulher sunamita construir um quarto em sua casa para a estadia de Eliseu em Suném, o homem de Deus quis retribuir a ela por meio de uma intercessão ao Senhor em favor de algo que ela ainda não havia recebido – um filho. Os anos de frustração ao tentar engravidar fez com que a mulher sunamita não cresse que o homem de Deus estivesse falando a verdade ao profetizar sobre sua maternidade.

OBJETIVO: Motivar a confissão pela fé e a gratidão.

DISCUSSÃO: Há algo que você havia perdido as esperanças em receber e que algum tempo depois veio a acontecer?

CONTEXTO: O fato da mulher sunamita ter em sua casa um quarto para Eliseu certamente fez dela uma testemunha ocular do que o Senhor fazia por meio do homem de Deus. Entretanto, o Senhor fez dela não apenas uma telespectadora dos milagres, mas uma protagonista de seu próprio milagre. Após a concretização da profecia de que seria mãe, a mulher sunamita teve sua vida totalmente modificada com esse milagre. Entretanto, algo inesperado acontece quando alguns anos depois o seu filho vem a falecer em seus braços (2Rs 4.18-20). A dor do falecimento do filho agora se torna maior do que o vazio que sentira antes de tê-lo. Ainda assim a mulher sunamita, em meio a sua angústia e aflição, teve duas atitudes surpreendentes:

1ª ATITUDE: Confissão pela Fé: Logo que seu filho desfalece em seus braços, a mulher sunamita leva o menino até o quarto do homem de Deus e o coloca deitado em sua cama. Essa atitude logo demonstra sua fé no homem de Deus (2Rs 4.21). Em seguida, prepara uma jumenta e um servo para acompanhá-la e segue em direção ao monte Carmelo, local onde Eliseu estava. Entre Suném e o monte Carmelo havia 24 quilômetros. Aquela mãe percorreu todo esse caminho montada em sua jumenta, e com seu filho já sem vida, confessando pela fé e com ousadia que estava tudo bem (2Rs 4.26b). E além disso falou com seu marido para não se preocupar (23).

Imagine o quanto foi difícil para uma mãe percorrer todo esse caminho conflitando entre o fato de saber que seu filho estava morto e buscar fé em seu coração que o Senhor faria algo por ela? Eliseu logo percebeu que havia algo de errado pela maneira intrépida que a mulher conduzia sua jumenta. Assim que ela chega até Eliseu, demonstra sua angústia pela perda e também sua fé de como seu filho voltaria à vida à medida que Eliseu fosse até a sua casa (2Rs 4.28,30). Exatamente dessa maneira a mulher sunamita recebeu seu filho de volta, quando Eliseu chega até sua casa e debruça sobre o menino e ele vive. O Senhor sempre valoriza a fé de seus servos e, à medida que confessamos nossa fé no agir de Deus, Ele manifesta o Seu poder de forma inimaginável (Romanos 4.17b).

2ª ATITUDE: Gratidão: Algumas horas antes ela estava no mesmo quarto, prostrada, vendo seu filho morrer em seus braços, e, agora, ela está novamente prostrada no mesmo quarto, mas com seu filho cheio de vida em seus braços. Quando a mulher protagoniza mais um milagre do Senhor em sua vida, ela tem uma atitude imediata de gratidão e demonstra isso em um gesto impulsivo ao se prostrar diante do homem de Deus (2Rs 4.37). A gratidão de seu coração não é expressa em palavras, até porque ela fica calada, mas se torna em atitude corporal de inclinar-se até o chão em sinal de agradecimento. Infelizmente, a gratidão em nossos dias tem sido menosprezada entre as próprias pessoas, quanto mais a gratidão a Deus pelos Seus feitos e misericórdia. Por isso, necessitamos ter a sensibilidade de sermos gratos ao Senhor não apenas pelo que Ele tem feito, mas pelas coisas mais simples de nossa vida.

CONCLUSÃO: Confissão pela fé e gratidão. Foram essas duas atitudes que a mulher sunamita teve ao se deparar com a situação mais difícil de sua vida. Da mesma maneira, também precisamos estar constantemente motivando essas atitudes em nosso dia a dia, pois, independentemente das aflições que passarmos, o Senhor sempre nos fará protagonistas de Seus milagres.

APLICAÇÃO: Em sua casa, registre em uma folha algo que você já tenha perdido as esperanças de acontecer e, por meio da confissão pela fé, busque no Senhor a vontade Dele a respeito desta situação, não se esquecendo de ter um coração grato, independentemente da resposta Dele.

AVISOS:

  • TADEL – Todas as terças, as 19:30 hs.
  • Culto de Celebração – Domingo, às 18:30 hs.
  • Cursos de membresia e Diaconia – todas às segundas, às 19:30 hs.
  • Festa das Cores - dia 25 de Dezembro

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