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TEMAS DAS CÉLULAS – MÊS DE JUNHO 2019

 

 

“Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo,

se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou,

de testemunhar do evangelho da graça de Deus.”     

(Atos 20:24)

 

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TEMA: OS DISCÍPULOS EM JERUSALÉM

 

TEXTO: Atos 1:12-14

 

INTRODUÇÃO: O maior milagre que Deus opera na vida do ser humano é transformá-lo em discípulo obediente.

 

 

I. A OBEDIÊNCIA DOS DISCÍPULOS.

Obedecer é questão de sentimento?

Os discípulos praticam a obediência voltando para Jerusalém.

Leia Atos 1:4 e observe a ordem do Senhor: Os discípulos poderiam ir para qualquer lugar, mas preferiram obedecer. A obediência não é uma imposição de Deus, é uma escolha que fazemos. Somos donos da nossa história. Posso ou não obedecer. Mas observe que a desobediência trás maldições.

Atos 1.12 diz que “voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado (1Km)”.

O Evangelho de Lucas acrescenta que voltaram com – “grande júbilo para Jerusalém; e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus”. (Lucas 24.52,53).

O discípulo que obedece às ordens do Senhor Jesus sempre tem grande jubilo em sua vida e vive para bendizer a Deus. Nossas maiores dores são frutos de nossa insistência pela desobediência

 

PERGUNTA: Você já sofreu por causa da desobediência?

 

 

II. A PERMANÊNCIA NO LUGAR DE CULTO.

Atos 1:13 nos dá uma informação preciosa: “E, entrando, subiram ao cenáculo, onde permaneciam Pedro e João, Tiago e André, Felipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, filho de Alfeu, Simão o Zelote, e Judas, filho de Tiago”.

Alguém sabe o que é um cenáculo?

Cenáculo é uma sala de refeição que ficava, geralmente, na parte de cima das casas. Esse cenáculo era especial. Provavelmente é o mesmo cenáculo da última Ceia do Senhor Jesus. Leia Lucas 22.9-12.

Esse cenáculo foi usado pelos apóstolos para receber Jesus na sua festa pascal. Foi também o local onde Jesus partiu pão e instituiu a Santa Ceia. Passou ser um lugar especial de reunião.

Os discípulos subiram ao cenáculo onde estavam os apóstolos. Nós também, seguindo a tradição dos apóstolos e nos reunimos no Cenáculo. O Nosso cenáculo é o Templo onde a Igreja se reúne para celebrar a presença do Deus vivo.

 

PERGUNTA: O que ocorre quando o discípulo começa a perder os cultos no Cenáculo (na Igreja)?

 

 

III. O CULTO DOS DISCÍPULOS

Os apóstolos ficaram aguardando a promessa: Você sabe qual foi a promessa? (Leia Atos 1.8).

A Bíblia diz que “Todos estes perseveravam unanimemente em oração, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”. Todos, inclusive Maria e os irmãos do Senhor Jesus, ficaram esperando a vinda do Espírito Santo.

Na vida terrena de Jesus, seus irmãos, filhos de Maria com José, não acreditavam Nele. Após sua morte, todos se convertem e se transformam em líderes na Igreja primitiva. Dois deles escreveram cartas (carta de Tiago e Carta de Judas). Provavelmente José morreu no meio do ministério de Jesus.

Um exemplo maravilhoso vemos em Maria. Ela é discípula desde o nascimento de Jesus até o derramamento do Espírito Santo. Foi a discípula mais antiga. A que mais acompanhou Jesus.

As mulheres, Maria, os irmãos de Jesus e os apóstolos e discípulos esperaram unânimes em Oração. A oração precisa ser uma guerra de todas as células. Todos precisam ter campanha de orações, jejuns, vigília para a proteção do ministério da Igreja e para o crescimento da célula. Se temos que esperar, então precisamos esperar em oração.

Na espera satanás pode nos colocar dúvidas. Deus tem prometido bênçãos. Estamos esperando o cumprimento da promessa. Enquanto esperamos, precisamos entrar em oração constante e em unidade.

 

 

CONCLUSÃO: Pergunte ao grupo: Você tem a Oração como estilo de vida? Tem momentos certos e lugares certos para orar todos os dias?

Hoje Deus está nos desafiando a começar, pelas manhãs, uma oração de consagração pelo nosso dia.

Pode ser na igreja ou em casa. Mas precisamos estar em unanimidade na guerra da oração.

Pergunte ao grupo: Quem deseja começar uma disciplina de oração?

A vida de oração é vida com frutos e persistência. Vale a pena!

 

 

 

 

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TEMA: A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS DISCÍPULOS

 

TEXTO: Atos 2:1-13

 

INTRODUÇÃO: A meditação de hoje nos auxiliará a conhecer o propósito do Pentecostes e sua importância para a igreja que tem o Discipulado como estilo de Vida. Como desejamos ser discípulos, o Poder do Espírito Santo será indispensável para a nossa vida.

 

 

I. O DIA DE PENTECOSTES PARA OS JUDEUS E PARA OS DISCÍPULOS.

v.1 “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.”

O dia de Pentecostes é uma festa judaica instituída por Deus no Antigo Testamento. Ocorria 50 dias

após a Páscoa. O povo celebrava as colheitas. Louvava a Deus pela prosperidade e pelo dom da terra.      Era conhecida como Festa das Semanas (porque ocorria sete semanas depois da Páscoa), Festa das primícias e festa das Colheitas. Em Êxodo 34:22 está escrito: “Também guardarás a festa das semanas, que é a festa das primícias da ceifa do trigo, …”

Todo Judeu, inclusive os apóstolos, amavam esta festa. Era o dia de Ação de Graças dos Judeus. Justamente nesse dia Deus envia o poder do Espírito Santo sobre a Igreja. É considerado o dia da inauguração da Igreja.

Porque Deus escolheu essa data para derramar o seu Espírito?

O Espírito Santo veio auxiliar a Igreja a colher vidas para o Reino de Deus. O Pentecostes é a Festa das Colheitas e a Presença do Espírito Santo no Dia de Pentecostes significa que “Ele é a nossa Festa da Colheita”. Hoje colhemos Vidas para o Reino de Deus. Nossa tarefa é ganhar vidas todos os dias para Jesus. Não deixe de convidar vidas para a célula, para a Igreja e para ter uma comunhão pessoal com Deus.

 

PERGUNTA: Hoje você convidou alguém para vir à célula?

 

 

II. A VINDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS DISCÍPULOS

O texto diz que “De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem”. (vrs. 2-4)

Essa experiência é repetida várias vezes no livro de Atos dos Apóstolos. Ainda hoje podemos esperar o poder do Espírito Santo sobre nossas vidas, inclusive para alguns Deus continua dando o Dom de Línguas Estranhas. (Línguas sobrenaturais: estrangeiras ou dos anjos). O batismo no Espírito Santo foi prometido pelo Senhor: Atos 1:5 “Porque, na verdade, João batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo, dentro de poucos dias”.

 

PERGUNTA: Por que o Discípulo necessita do batismo no Espírito Santo?

 

 

III. PODER DE DEUS PARA FAZER DISCÍPULOS

Com o Dom de Línguas, os apóstolos puderam testemunhar no idioma das pessoas que estavam em

Jerusalém. Muitos judeus, de várias partes do mundo, estavam na Cidade Santa para festejar o dia de

pentecostes: v. 5 “Habitavam então em Jerusalém judeus, homens piedosos, de todas as nações que há debaixo do céu”. Provavelmente todos falavam o Hebraico e suas línguas estrangeiras. Os apóstolos milagrosamente testemunharam na língua estrangeira de cada um, testemunhando o Poder de Deus na pessoa de Jesus Cristo: v. 6 “Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua”. V. 11 “…ouvimo-los em nossas línguas, falar das grandezas de Deus”. Confusos, os homens dizem: v. 8 “Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos?” O Poder do Espírito Santo teve como propósito principal o Fazer Discípulos. O poder de Deus não pode ser mera emoção.

Ele é a capacitação sobrenatural que nos levará a fazer novos discípulos para o Senhor Jesus.

 

 

CONCLUSÃO: Quanto, no poder de Deus, falarmos da Salvação de Jesus; os ouvintes terão duas reações: Ignorarão ou desejarão saber mais da Palavra.

Observe as duas reações dos judeus: v. 12 “E todos pasmavam e estavam perplexos, dizendo uns aos outros: Que quer dizer isto?  V. 13 “E outros, zombando, diziam: Estão embriagados”.

Você já foi ignorado quando convidou alguém para a Célula?

Você tem testemunho de pessoas que desejaram conhecer mais de perto o Senhor Jesus após um convite para a célula?

 

 

 

 

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TEMA: 3.000 DISCÍPULOS

 

TEXTO: Atos 2.37-47

 

INTRODUÇÃO: O Novo Nascimento é um milagre tão extraordinário quanto o milagre de curas. A vida que nasce de novo pelo Espírito Santo passa a gostar do que não gostava e a não gostar do que gostava. Tudo muda na vida daquele que nasceu de novo.

Cite o exemplo de uma pessoa que nasceu de novo.

 

 

I. A PALAVRA DE DEUS TEM O PODER PARA CONVERTER O SER HUMANO

O versículo 37 diz: “E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?”

Pedro prega a Palavra de Deus e fala sobre o ministério de Jesus (vida, morte, ressurreição e o derramamento do Espírito). As pessoas, pelo poder de Deus, iniciam uma busca pela salvação: “Que faremos irmãos?

 

 

II. PASSOS PARA A SALVAÇÃO

Pedro responde: v. 38 “…Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo”.

 

Primeiro passo é o arrependimento: Arrependimento significa reconhecer o pecado; voltar-se para Deus; deixando para trás o erro. Sentir dor pela vida afastada de Deus e desejar uma nova vida.

 

Segundo passo é o batismo: Pedro diz: “Cada um de vós seja batizado em Nome de Jesus Cristo”. Os ouvintes de Pedro já eram tementes a Deus e religiosos, mas precisavam ter um encontro com o Nome de Jesus mediante o Santo Batismo. Tanto o arrependimento quanto o Batismo são elementos para a “remissão dos pecados”. Leia novamente o versículo 38.

Concluídos esses passos a pessoa está apta para receber o Dom do Espírito Santo. Pedro diz que “…a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar”.

 

 

III. A ATITUDE DOS OUVINTES

A Bíblia diz que “E com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: salvai-vos desta geração perversa” (V. 29). Devemos desejar sair da geração de perdidos e falidos pelo pecado.

Pelo poder do Espírito Santo nas Palavra de Pedro, muitos tomaram a atitude de ser discípulos de Cristo: v. 41 “De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas”

O primeiro passo é o arrependimento e depois o Batismo. O Estudo e o conhecimento aprofundado das Escrituras vem depois. É assim que fazemos com os novos convertidos: “Primeiro batizamos e depois, a medida que vão crescendo, ensinamos a guardar todas as coisas.” (Mateus 28:19,20)

 

 

IV. A VIDA DOS NOVOS DISCÍPULOS

Como deve ser a vida de um discípulo? Leia novamente os versículos 42 a 47.

Observe a vida dos 3 mil discípulos: Perseveravam na doutrina dos apóstolos (não na Lei de Moisés);   Perseveravam na comunhão, no partir do pão (Santa Ceia) e nas orações. Em cada alma havia temor. Muitos milagres aconteciam. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. Perseveravam unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração.

A vida dos primeiros discípulos foi tão contagiante que eles caíram na graça (agrado) de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos. O crescimento da igreja era natural através dos Pequenos grupos que se reuniam nas casas.

 

 

CONCLUSÃO: O Discipulado gera vidas felizes e dispostas a ganhar novos discípulos para Cristo.

 

 

 

 

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TEMA: DISCÍPULOS QUE ORAM

 

TEXTO: Atos 3:1-10

 

INTRODUÇÃO: Todas as pessoas têm um estilo pessoal. O estilo de vida que tem o poder de transformar o nosso cotidiano chama-se oração. Não importa qual a função que o discípulo ocupa no Reino de Deus, seu Estilo de vida, seu hábito, tem que ser a oração.

 

 

I. OS APÓSTOLOS E A ORAÇÃO COMO ESTILO DE VIDA

O v.1 diz: “Pedro e João subiam ao templo à hora da oração, a nona”. Hora nona, isto é, três da tarde, contando a partir das seis da manhã. Era a segunda ocasião diária de sacrifício e oração pública no templo.

Os primeiros discípulos tinham disciplina de oração. Devemos ter momentos separados diariamente

para meditação e oração. A oração como Estilo de vida nos transforma em pessoas vencedoras e felizes. O profeta Daniel orava três vezes ao dia, num mesmo lugar (quarto de cima) e numa mesma posição (virado para Jerusalém, na janela, de joelhos). Leia Daniel 6.10.

Você já tem uma disciplina de oração?

Se não, quando irá iniciar?

 

 

II. A AUTORIDADE ESPIRITUAL DO DISCÍPULO QUE ORA

Pedro e João tinham uma experiência com o Espírito Santo. Essa experiência deu-lhes autoridade espiritual no Nome de Jesus.

A Bíblia diz no v. 2 E, “era carregado um homem, coxo de nascença, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmolas aos que entravam. Ao pedir esmola a Pedro e a João estes lhe dizem: Olha para nós. Pedro e João, pela fé, pelo poder no Espírito Santo e com o Dom de Curas, sabiam que um milagre seria realizado.”

Somente o discípulo com experiência com Deus tem autoridade para falar: Olha para mim!

Você já tem essa autoridade espiritual?

 

 

III. O DISCÍPULO QUE ORA, CONHECE O PODER DO NOME DE JESUS

O v. 6 diz: “Disse-lhe Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho, isso te dou; em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda”. O homem imaginou que receberia uma esmola. A fé dele era para receber uma esmola. Mas a fé dos discípulos e o poder de Deus foram os agentes do milagre.

Observe que Pedro não tinha poder nem santidade pessoal para fazer o milagre. Não foi o São Pedro que realizou a graça na vida do aleijado. Foi o poder do Nome de Jesus na vida do apóstolo Pedro. O cristão precisa usar o nome de Jesus sobre as várias situações de sua vida. Filipenses 2.9-11 diz: “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai”.

O discípulo pode e deve usar o nome de Jesus com autoridade. De acordo com o pensamento hebreu, o nome representa a própria pessoa; quando se invoca o nome de Jesus, invoca-se o próprio Jesus Cristo, o seu poder e sua autoridade.

 

 

IV. O DISCÍPULO QUE ORA É USADO POR DEUS

O v.7 diz que após Pedro ministrar o Nome de Jesus, ele estende a mão direita e levanta o coxo. Imediatamente os seus pés e artelhos se firmaram. Esse movimento dos apóstolos tem um grande significado. Devemos orar e estender as mãos, auxiliar, amparar, as pessoas que sofrem. O discípulo fala de Jesus e estende as mãos para auxiliar o seu ouvinte. Isso gera cura e conversões.

Pedro e João foram usados para glorificar o nome do Senhor. Os vs. 8-10 dizem: “dando ele um salto, pôs-se em pé. Começou a andar e entrou com eles no templo, andando, saltando e louvando a Deus. Todo o povo, ao vê-lo andar e louvar a Deus, reconhecia-o como o mesmo que estivera sentado a pedir esmola à Porta Formosa do templo; e todos ficaram cheios de pasmo e assombro, pelo que lhe acontecera”.

 

Você tem sido usado por Deus?

 

 

CONCLUSÃO: O homem curado saltava e glorificava a Deus. Hoje também temos a alegria de saltar e glorificar o Deus que tem realizado grandes coisas em nossa vida. Inicie hoje a prática da Oração diária como Estilo de vida e sua vida nunca mais será a mesma.

 

 

 

 

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TEMA: O PROPÓSITO DOS SOFRIMENTOS

 

TEXTO: Atos 4:1-31

 

INTRODUÇÃO: O discípulo fiel sofre. Mas seu sofrimento tem um propósito. Hoje iremos ver o sofrimento dos apóstolos e o propósito de Deus diante do sofrimento.

A igreja nunca poderá pregar o “Não Sofrimento” diante do fato de que todos os apóstolos sofreram pela pregação da Palavra de Deus. A mensagem “Pare de Sofrer” não é integralmente bíblica. O crente sofre de diversos modos, mas ele tem o amparo de Deus em sua vida. Ele nunca é abalado: (Leia Salmo 16.8). O discípulo sabe que Deus tem seus propósitos (Leia Ec 3.1). e que nenhum propósito de Deus pode ser impedido (Leia Jó 42.2).

 

 

I. ENFRENTANDO O SOFRIMENTO DA PRISÃO (1-4)

Por causa da cura do coxo e da pregação de Pedro, os sacerdotes, o capitão do Templo e os Saduceus

(seita judaica que não acreditava na ressurreição, nem em anjos. Eram materialistas e políticos). Prenderam Pedro e João no cárcere até o dia seguinte. A pregação de Pedro foi rápida, mas suas palavras ungidas por Deus e o sinal da cura do coxo levaram o número de discípulos a quase cinco mil.    O sofrimento da prisão não impediu os frutos. A evidencia da bênção na vida do discípulo não é a ausência de sofrimentos, mas a presença dos frutos.

 

Você já deu frutos em meio a sofrimentos?

 

 

II. ENFRENTANDO O SOFRIMENTO DO TRIBUNAL (5-12)

O sofrimento e a vergonha de ser apresentado no Sinédrio foi uma oportunidade de viver a profecia de Jesus presente em Mt 10:17-20; Mc 13:9-11 e Lc 12:11-12.

Sinédrio era o tribunal supremo dos judeus, integrados pelos sumos sacerdotes (o que estava em função e os já retirados), os anciãos e os mestres da Lei. Tinha no total de 71 membros, incluindo seu presidente, cargo que costumava exercer o sumo sacerdote em exercício.

As autoridades perguntam: Com que poder e em nome de quem fizeste o milagre? A resposta de Pedro é movida pelo Espírito Santo (8). Pedro diz que ele foi curado no nome daquele que foi crucificado e ressuscitou: Jesus (9-10). Ele é a pedra rejeitada que se tornou angular (11).

Pedro declara: (12) “E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos”. A salvação é única e exclusivamente fruto da ação de Jesus Cristo. Não é pela Lei, pela guarda do sábado ou pelo esforço religioso da humanidade.

 

Você já acreditou em outro salvador, libertador ou mediador?

 

 

III. ENFRENTANDO O SOFRIMENTO DAS AMEAÇAS (13-22).

O Sinédrio percebe a intrepidez de Pedro e João. Como sabiam que não tinham estudado com os Rabinos, concluem que estiveram junto de Jesus. Jesus havia deixado uma marca na vida deles (13). A cura do coxo retirou qualquer argumento contra os discípulos (14).

O Sinédrio toma a seguinte decisão: Como não dava para negar o milagre, pois todos conheciam o coxo e ele tinha mais de 40 anos (16,40), decide proibir que Pedro e João divulguem o acontecido e não preguem mais em Nome de Jesus (17). Ao ordenar aos discípulos para não mais falarem de Jesus (18), eles respondem: “Julgai vós se é justo diante de Deus ouvir-nos antes a vós do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido” (19-20). O Sinédrio ameaçou-os mais ainda e teve que soltá-los porque o povo estava glorificando a Deus pela cura do coxo.

 

Você já foi ameaçado por sua fé em Jesus?

 

 

IV. A ORAÇÃO DOS DISCÍPULOS DIANTE DO SOFRIMENTO (23-31)

É impressionante a oração dos discípulos diante do sofrimento e da perseguição.

O que você pediria diante de uma perseguição? Pedro e João relatam a Igreja da oportunidade que tiveram de falar de Jesus para o Sinédrio (23). A igreja em concordância (unanimidade) ora ao Senhor.   Os discípulos glorificam ao Senhor e afirmam em oração que a perseguição era para cumprir os propósitos predeterminados por Deus (25-28).

Na oração eles não pedem livramento nem diminuição do sofrimento e da perseguição. Pelo contrário, eles pedem intrepidez para continuar pregando mesmo no sofrimento (29) e a realização de curas, sinais e prodígios no nome de Jesus (30).

O Senhor responde. O versículo 31 diz: “E, tendo eles orado, tremeu o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com intrepidez a Palavra de Deus”.

 

 

CONCLUSÃO: Tudo começou com uma ameaça identificada como procedente de Herodes + Pôncio Pilatos + os gentios + os povos de Israel que motivaram os discípulos, a igreja daquela época, a se reunirem unânimes, em oração ao Senhor.

Às vezes, lamentamos as perseguições e ameaças que sofremos, mas elas têm o poder de nos levar a buscar a Deus com muita intensidade. Os nossos problemas, as nossas aflições e as nossas perseguições, podem nos levar na direção de Deus, a buscá-lo para nos dar livramentos ou podem fazer nossos corações se endurecerem e nos afastar do Senhor.

Aqueles discípulos se juntaram em torno de um problema comum que os afligiam, formaram uma unidade. e começaram a orar. O resultado: Continuaram a pregar o evangelho com mais intensidade.

 

 

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