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TEMAS DAS CÉLULAS – MÊS DE NOVEMBRO 2019

 

 

 

“Gratidão e honra são duas coisas que nunca vão faltar

 

no coração dos verdadeiros discípulos.”

 

Pastor Mário Eugênio

 

 

 

 

 

 

 

TEMA: A ORAÇÃO E O AVIVAMENTO

 

TEXTO: Atos 2.14-18

 

QUEBRA GELO: Você concorda que a oração é uma chave? Por que?

 

INTRODUÇÃO: Que o Espírito Santo venha sobre a sua vida com poder e vivifique o seu corpo mortal (Rm 8.11). Onde houver sequidão, onde houver aridez, onde houver ossos secos, que o Espírito seja soprado e haja um fluir de vida abundante (Ez 37.9; Jo 10.10).

 

 

1)   A ORAÇÃO NOS CONECTA COM A FONTE – At 2.1-4

 

Não há energia sem fonte. Ninguém acende um avivamento sem estar conectado ao Espírito Santo do Deus Vivo. Se quiser o fogo que faz a Igreja brilhar, precisa se conectar. O avivamento da Igreja Primitiva ocorreu porque havia um grupo de 120 almas que perseverou 10 dias em oração. Avivamento e oração caminham de mãos dadas! A oração leva ao avivamento e o avivamento leva à oração. A chama do avivamento não pode se apagar! (Lv 6.13)

 

 

2)      O AVIVAMENTO TRAZ FOGO – At 2.3

 

O profeta Elias, conhecido como homem de Deus, orou e o fogo desceu do céu sobre o altar e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. O que vendo todo o povo, caiu de rosto em terra e disse: O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus! (1Rs 18.37-39). Da mesma forma, no NT, devido ao fogo do Espírito Santo, havia tanto poder na Igreja Primitiva que causava admiração e temor a todos. E com isso a Igreja de Cristo caiu na graça de todo o povo e a cada dia o Senhor acrescentava-lhes de forma extraordinária o número dos salvos (At 2.47; At 2.41; At 4.4; At 5.14). O mesmo fogo que atrai multidões espanta serpentes e avança a Igreja.

 

 

3)      A ORAÇÃO É COMO UMA CHAVE – Mt 16.19

 

Thomas Watson declarou: “A oração é a chave do céu; o Espírito ajuda a fé a fazer girar a chave.”  A oração é a chave da vitória. A igreja avivada tem nas mãos essa chave poderosa. Interessante lembrar que a mesma chave que abre também serve para fechar (Is 22.22). Abre as portas para os milagres, para a salvação das almas, mas também fecha a ação do inimigo, bloqueia o avanço das obras do mal. Há uma autoridade tremenda nas mãos da Igreja através da chave da oração.

 

 

CONCLUSÃO: A oração e o avivamento caminham de mãos dadas. Portanto, vamos usar essa chave poderosa na nossa vida, na nossa célula e na nossa Igreja. E que o Espírito Santo derrame do Seu Fogo sobre nossas crianças, nossos jovens, adultos, idosos, homens e mulheres. Sabemos que as portas do inferno não podem barrar a Igreja (Mt 16.18) de anunciarmos a preciosa mensagem da cruz (1Co 1.18).

 

 

 

 

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TEMA: CARACTERÍSTICAS DO AVIVAMENTO

 

TEXTO: Atos 2.37-41

 

QUEBRA GELO: Você sabe o que significa avivamento?

 

INTRODUÇÃO: O avivamento é um mover extraordinário do Espírito Santo. Avivamento é o ato de se avivar, ou seja, de se tornar mais vivo, mais ativo, mais intenso, despertado e nítido. Embora biblicamente o verbo “avivar” tem o significado primário de “preservar” ou “manter vivo”, ele também pode ser aplicado para purificar, corrigir, livrar dos males e avançar. Historicamente isto sempre ocorreu quando houve um avivamento. Em consequência disso, há um romper de limites e uma nova história de crescimento e conquistas na obra de Deus. Você quer fazer parte desse avivamento?

 

Vejamos 3 características importantes do avivamento:

 

 

1) O ARREPENDIMENTO – Atos 2.38

 

O arrependimento sempre precedeu o derramar do Espírito Santo. É o próprio Espírito preparando o solo dos corações para o Seu grande derramar de unção e poder.  A mensagem de João Batista era: ” arrependei-vos pois está próximo o Reino dos céus” (Mt 3.1). O primeiro sermão de Jesus foi: “Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus” (Mt 4.17). Em outras palavras: João e Jesus estavam dizendo que o reino estava próximo, mas precisavam de arrependimento. Assim como foi na Igreja Primitiva, a mensagem de hoje é “arrependei-vos” pois o Espírito Santo quer derramar um grande avivamento em nossos dias (At 2.38).

 

 

2) A SANTIFICAÇÃO – Atos 2.43

 

Avivamento é vida, e tudo o que tem vida luta conta a morte. O pecado leva à morte (Rm 6.23). Afasta a glória de Deus (Rm 3.23). O fogo do avivamento traz um fervor e temor que leva as pessoas a abrirem mão do que é comum para se apegarem ao sagrado. O apóstolo Paulo disse: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm” (1Co 6.12). Por exemplo, me é licito dormir, mas, na hora do culto convém que eu vá congregar na casa do Senhor. Me é lícito fazer uma caminhada ou um exercício físico saudável, mas, não convém fazê-lo na hora da minha célula. Há uma ordem: espírito, alma e corpo. Mas, alguns irmãos, infelizmente, vivem baseados na ordem inversa: corpo, alma e espírito (1Ts 5.23). O avivamento leva à santificação e o cristão avivado deseja ardentemente viver uma vida de santidade.

 

 

3) O CRESCIMENTO – Atos 5.12-14

 

Avivamento é um retorno a vida em todos os sentidos, em toda a sua plenitude. É passar a ter vida abundante (Jo 10.10). E o que é vivo e saudável cresce e se reproduz. A Igreja de Cristo é um organismo vivo e em crescimento. A Bíblia começa com um Jardim e termina com uma cidade. Começa com o Éden e termina com a Nova Jerusalém Celestial. Por que? Porque o propósito maior de Deus é que seu povo cresça e se multiplique para habitar eternamente com Ele. A exemplo da Igreja Primitiva, a ação fervorosa da Igreja avivada resulta num crescimento extraordinário.

 

 

CONCLUSÃO – O avivamento é um mover extraordinário do Espírito Santo. Avivamento é vida. O arrependimento, a santificação e o crescimento são características notáveis do avivamento. Porque no avivamento a igreja vive a missão para a qual foi chamada: ganhar almas e avançar.

 

 

 

 

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TEMA: O ODRE NOVO

 

TEXTO: Marcos 2.22

 

QUEBRA GELO: Sugiro como quebra-gelo deste estudo que você utilize na abertura do estudo suco de uva. Coloque o suco numa jarra de vidro transparente e pergunte aos discípulos o porquê de Jesus usar a figura do suco de uva dentro de um odre para explicar questões espirituais. Ouça as contribuições de cada um, dando-lhes alguns minutos para emitirem suas opiniões. No final do estudo você poderá servir o suco aos presentes, enquanto cada um declara ser um “odre novo”.

 

Há três árvores que são símbolo de Israel: oliveira, figueira e videira. A videira, inclusive, foi utilizada por Jesus em João 15, quando Ele afirma ser a “videira verdadeira”, da qual o Pai é o viticultor (quem cuida da videira) e nós somos os ramos ou galhos dela.

 

Lembre-se também que o vinho é muito comum na cultura bíblica. Inclusive, o primeiro milagre público de Jesus foi o de transformar a água em vinho excelente numa festa de casamento em Caná da Galiléia (João 2). O vinho é símbolo de vida, de sangue. Por isso o suco da uva é utilizado na Páscoa e na celebração da Ceia do Senhor, para nos lembrar do sangue de Jesus.

 

 

A) JESUS NÃO VEIO, SIMPLESMENTE, REMENDAR SUA VIDA.

 

Antes de falar sobre o “vinho novo”, Jesus usou outra pequena parábola: “ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha”. Muito provavelmente as pessoas de sua célula não costumam remendar roupas. Nos tempos bíblicos as roupas não eram tão fartas como agora. Por isso as pessoas que ouviram Jesus falar sobre este tema entenderam o que ele dizia com clareza.

 

A obra de Jesus em nossas vidas não se compara a um remendo. Ele veio trazer novidade, restauração completa. Eis o que o apóstolo Paulo escreveu em II Co 5.17: Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas.

 

 

B) JESUS VEIO TRAZER “VINHO NOVO” PARA NÓS.

 

O vinho novo é símbolo da vida abundante que Jesus nos oferece. Em Jo 10.10, Ele disse: eu vim para que tenham vida e a tenham plenamente. O suco da uva representa esta vida plena que a pessoa tem o direito de desfrutar a partir do momento quando faz sua aliança com Deus. Porém, a condição para desfrutar desta bênção é renovar-se. O suco da uva deveria ser guardado num recipiente próprio, caso contrário, se perderia.

 

 

C) VOCÊ É O ODRE QUE PRECISA RENOVAR-SE.

 

O odre era o recipiente feito de pele de animal, geralmente cabra ou carneiro. Acontece que o suco da uva sofre um fenômeno químico e fermenta, gerando gases que exercem pressão no odre. Um odre envelhecido não suporta esta pressão e se rompe, colocando a perder o vinho.

 

Quando você se entrega a Jesus e decide viver para Deus, será que existe alguma “pressão”? Claro que existe. Justamente por isso é preciso ser um odre novo para viver plenamente para Deus. Como fazer para renovar um odre velho?

 

Quando um odre se tornava velho havia um processo para restaurá-lo. Consistia em dois cuidados:

 

1º. Deixá-lo imerso em água limpa até purificar-se de todo vinho velho. Isso quer dizer que para você receber o “vinho novo” de Deus precisa se deixar limpar dos resquícios de religiosidade e pecado. É preciso fazer como o homem de Lc 5.12, que prostrou-se e pediu para Jesus: Se quiseres, podes limpar-me. Contaminado pela lepra do pecado ninguém consegue viver plenamente para Deus. É preciso se limpar, deixando o pecado.

 

 

2º. O odre é renovado quando, limpo, é ungido com azeite. O azeite devolvia ao couro a elasticidade. Representa a ação do Espírito Santo de Deus em nossas vidas. Ungidos pelo Espírito, estamos aptos para receber o vinho novo de Deus em nossas vidas. Em Ef 5.18, Paulo manda: Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito. Neste texto, podemos dizer que a Bíblia nos manda rejeitar o “vinho velho” e a embriaguez do pecado. Encher-se do Espírito Santo de Deus é fundamental para viver uma vida em Deus.

 

 

CONCLUSÃO: O vinho novo representa a vida de bênçãos que Jesus conquistou para nós com o sangue que Ele derramou na cruz. Não se trata de um “simples remendo” para sua vida, mas uma vida nova, em Deus. Entregue-se ao Senhor para que Ele o torne um “odre novo” e derrame em sua vida deste vinho novo.

Ore com as pessoas reafirmando a disposição de viver para Deus. Você pode aproveitar o suco do quebra gelo e selar este estudo com um ato profético.

 

 

 

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TEMA: A ALEGRIA DE LEVAR PESSOAS A CRISTO

 

TEXTO: João 1.45

 

INTRODUÇÃO: Assim como aconteceu com os apóstolos, geralmente, tivemos alguém que nos falou de Jesus e que se esforçou para nos apresentar o Evangelho. Comece este estudo dando oportunidade a cada um de dizer quem foi a pessoa que Deus usou com esta finalidade. Em seguida, mostre a narrativa bíblica que conta como André, Pedro, Filipe e Natanael se tornaram discípulos de Jesus.

 

Foi João Batista quem por duas vezes indicou a Jesus como o Cordeiro de Deus (Jo 1.29 e 35). André foi uma das pessoas que ouviu esta indicação de João e por isso seguiu a Jesus até a casa onde se hospedava. Após conhecer o Messias, André apressou-se em levar seu irmão Simão Pedro até Jesus. O mesmo ocorreu com Filipe, que foi em busca de Natanael para que este conhecesse o Messias.

 

 

O PROBLEMA DAS FORTALEZAS MENTAIS.

 

Quando Filipe falou de Jesus para Natanael, que era da cidade de Caná, ele incluiu nas informações que Jesus era de Nazaré. A resposta de Natanael revela um grande preconceito: Nazaré? Pode vir alguma coisa boa de lá? (v. 46).

 

Nazaré era uma cidade muito pequena, sem expressão, lugar de moradia de gente simples. Pois na mente de Natanael o Messias jamais poderia escolher uma cidade como Nazaré para viver. O preconceito é uma espécie de fortaleza mental que se estabelece nas pessoas e as impede de conhecer o Evangelho do Reino.

 

Conforme as Escrituras, o Diabo age neste sentido, de obscurecer o entendimento das pessoas, estabelecendo fortalezas em suas mentes (preconceitos) para que estas não reconheçam a glória do Evangelho (cf. II Co 4.4). Foi graças à perseverança de Filipe que Natanael, apesar do preconceito, foi até Jesus.

 

 

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS.

 

Eis as palavras de Jesus ao ver Natanael: Aí está um verdadeiro israelita, em quem não há engano. (v. 47). Ao ouvir estas palavras, Natanael perguntou: de onde me conheces? Pode ter certeza de que Deus também conhece intimamente cada uma das pessoas que está em sua célula hoje. Ele não faz acepção (que é a mesma coisa que agir com preconceito). Por outro lado, Ele transforma as vidas.

 

É sobre esta transformação que Jesus fala com Natanael. A palavra “engano” em hebraico é yaqeboni. Esta palavra é muito próxima do nome Jacó, Yaqob. Inclusive, o irmão de Jacó, Esaú, ao ser enganado pela segunda vez, fez um trocadilho com o nome do irmão em Gênesis 27.35 – porque Jacó era um “enganador”. Porém, em Peniel, numa madrugada, Deus transformou a vida de Jacó e lhe deu o novo nome, Israel. O significado de Israel é muito especial, tem a ver com a condição de lutar junto de Deus e vencer.

 

Deus não faz acepção de pessoas, mas transforma as pessoas, tirando-as do engano e tornando-as vencedoras.

Deus vê o que acontece sob a figueira! Quando Natanael perguntou a Jesus “de onde me conheces?”, Jesus surpreendeu com a resposta: Eu o vi quando você ainda estava debaixo da figueira, antes de Filipe o chamar. (v. 48). Diante destas palavras, as fortalezas mentais de Natanael caíram e, imediatamente, ele reconheceu que Jesus era o Messias, o Rei de Israel. Não temos como saber o que Natanael passou sob aquela figueira. O certo é que os olhos de Jesus já estavam sobre aquele homem sem que ele o soubesse.

 

 

DEUS QUER ABRIR OS CÉUS SOBRE VOCÊ.

 

Nos versos 51 e 52, Jesus declara que os propósitos de Deus eram grandes e menciona uma visão que o mesmo Jacó teve, em Gênesis 28, dos céus abertos e anjos descendo e subindo por uma escada. Céus abertos significam o favor de Deus sobre nós. Os anjos são servos de Deus que Ele usa para nos abençoar.

 

Antes de concluirmos, pense agora nas pessoas que estão “sob a figueira”, talvez atravessando a maior crise de suas vidas. Estar sob a figueira pode significar uma grande angústia ou desespero. Tais pessoas precisam que sejamos como Filipe, a fim de que elas conheçam a Palavra e o Poder de Deus, que derruba fortalezas e transforma as vidas.

 

 

CONCLUSÃO: Termine este estudo orando com as pessoas, levando cada um a interceder por pessoas que deseja trazer para a célula. Dê oportunidade aos novos de se entregarem a Jesus como salvador.

 

 

 

 

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TEMA: TRÊS TIPOS DE TEMPESTADES

 

TEXTO: Jonas 1.13

 

INTRODUÇÃO: Na região sudeste do Brasil, fortes chuvas ocorrem principalmente entre os meses de dezembro e março, a época mais quente do ano. Não é raro que estas chuvas destelhem casas, derrubem árvores, transbordem rios e causem uma série de desconfortos. Penso que o pior lugar para se estar numa tempestade é no mar. Hoje, estudaremos sobre três tipos de tempestade, tirando lições muitíssimo proveitosas para nossas vidas.

 

 

1º. A TEMPESTADE QUE ATRAÍMOS SOBRE NOSSAS VIDAS:

 

Em Jonas 1.4ss, temos a história da terrível tempestade que assolou o navio onde o profeta Jonas embarcara para fugir de Deus. Jonas não era qualquer pessoa. Leia os versos 8 e 9 e observe as perguntas que os marinheiros fizeram e as respostas que o profeta deu. Tais perguntas confrontam o caráter do profeta fujão. Note como ele se apresenta: “um adorador do Senhor, o Deus dos céus, que fez o mar e a terra”.

 

Somos, também, adoradores do Senhor Deus. Quando agimos como Jonas e fugimos do chamado, da vocação, atraímos tempestade sobre nossas vidas.

 

Infelizmente, por vezes, a tempestade não afeta somente a nós, mas a todos que nos acompanham. Um adorador precisa ser movido pelo Espírito Santo. O que movia Jonas a fugir de Deus era um ressentimento que ele nutria pelo povo a quem Deus o mandara pregar, em Nínive. Adoradores não podem ser movidos por sentimentos. Somos movidos por princípios, pela fé e pelo Espírito de Deus. Este é o primeiro tipo de tempestade, que você pode evitar.

 

 

2º. A TEMPESTADE QUE NOS LEVA A SUBIR DE NÍVEL:

 

Em Mateus 8.23-27, temos o relato da tempestade que assolou o barco onde Jesus e seus doze estavam. Ao atravessarem o Mar da Galiléia, o barquinho que os levava foi acometido de ventos muito fortes que agitavam terrivelmente as águas. Jesus estava noutro nível de dependência e confiança no Pai. Jesus não tinha medo de nada, por isso dormia enquanto usava a tempestade para confrontar os apóstolos com o medo e a falta de fé.

 

O medo é casado com a falta de fé assim como a prudência é companheira da sabedoria. Os doze estavam apavorados pelo medo de morrer naquela tempestade. Ao despertar, Jesus afirmou que a fé deles era pequena. Em seguida, com uma palavra, repreendeu o vento e as ondas e, imediatamente, houve bonança. Foi então que os discípulos ficaram perplexos, perguntando “quem é Ele, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”. Ou seja, a tempestade serviu ao propósito de levar os discípulos a vencerem o medo e a crescerem na revelação acerca de Jesus.

 

Este é o segundo tipo de tempestade. Experiências difíceis que o Senhor usa para nos fazer vencer o medo e nos elevar no nível de compreensão e revelação.

 

 

3º. A TEMPESTADE QUE RESULTA EM GRANDES BÊNÇÃOS:

 

Em Atos 27.20ss, encontramos o relato da terrível tempestade que assolou o barco onde Paulo estava para ser levado a ser julgado em Roma. Ao todo, eram 276 pessoas a bordo. A tempestade era muito terrível – note no verso 20 que as pessoas “perderam toda a esperança de salvamento” e no verso 33, que após 14 dias de tempestade, ninguém tinha nem ânimo para se alimentar.

 

Acontece que o apóstolo Paulo era um homem cheio de fé e movido pelo Espírito de Deus. Nos versos 23 e 24, Paulo prega aos companheiros de viagem sobre a esperança e a coragem que Deus lhe restituíra. A ação do apóstolo fez com que os homens reagissem e, apesar do naufrágio, todos se salvaram e foram recolhidos na ilha de Malta. O povo de Malta nunca ouvira falar de Jesus. Deus usou aquela tempestade para salvar os náufragos e também uma nação.

 

Observe o detalhe da cobra que mordeu a mão de Paulo. Um infortúnio que serviu para desmascarar a deusa a quem os malteses serviam. Porque Paulo não sofreu dano algum, abriu-se a porta para que todos os habitantes daquele lugar fossem abençoados pelo Deus Vivo. Este tipo de tempestade antecede grandes bênçãos. Nossa atitude fiel e corajosa é fundamental para atravessarmos estas tempestades.

 

 

CONCLUSÃO: Ore com os discípulos à luz do que estudamos. Dê oportunidade aos novos de se entregarem a Jesus.

 

 

 

 

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